segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Janela de Oportunidades em Imóveis

Segue relatório do Diretor da Empiricus onde fala de Janelas de Oportunidades para o mercado imobiliário.

Os compradores que se atentarem a isso ganharão dinheiro, mas aqueles que só acredita em bolha, ficarão inertes e reclamando de tudo.

Clique no link abaixo:
http://www.empiricus.com.br/imoveis-fenelon/?key=7cac79de-b3b0-4d51-9c76-3a8409fb2ada&utm_source=empiricus-email-gauntlet&utm_medium=gauntlet&utm_campaign=empiricus-email-gauntlet6-fixo-geral-imoveis-copy-maos-botao

Fonte: Empiricus/Márcio Fenelon

Procurando estas Oportunidades? Fale comigo.

VÉRI
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veri.imoveis@gmail.com

domingo, 6 de setembro de 2015

Caminhos da Lapa

Caminhos da Lapa. Aptos de 128 e 157m² com 2 ou 3 vagas e Coberturas com 252 e 311m² com 4 vagas.

Venha conhecer os 2 aptos decorados na Rua Fortunato Ferraz, 625. V Anastácio / Lapa.

Chame na recepção o corretor VÉRI da empresa Brasil Brokers. F: 95148-9133

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Aptos Z Oeste Oportunidades - Corretor Véri 95148-9133

Segue oportunidades de apartamentos prontos para morar ou lançamentos nos bairros da Vila Romana, Lapa, Vila Leopoldina, Perdizes, Pompéia, Vila Anastácio e Barra funda.
Vejam que existem projetos prontos para morar com apenas 1 unidade a venda. 

Os valores são a partir destes apresentados e podem ser alterados a qualquer instante, 
favor consultar o valor comigo.

Aceitamos propostas para serem analisados pelos incorporadores

Obs: Estamos montando as pastas de documentos para o lançamento na Vila Romana
FRAME PAULO MAURO

Véri
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veri.imoveis@gmail.com
s

sábado, 8 de agosto de 2015

Frame Paulo Mauro - VÉRI 95148-9133

Breve Lançamento da incorporadora Paulo Mauro. O Frame Vila Romana terão aptos de 64 e 84m² com 2 vagas demarcadas, piscina com raia de 25metros coberta e piscina adulta e infantil descoberta além de fitness, brinquedoteca, salão de festa gourmet, churrasqueira e forno de pizza.
Garagem Azulejada
Porcelanato na sala, cozinha e varanda gourmet
Churrasqueira + ponto de cooktop incluso na varanda
Chegando no local procure pelo corretor  
VÉRI

Aguardo sua visita no plantão. Rua Faustolo, 724, Vila Romana. 

Chegando no local procure pelo corretor VÉRI

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Uso misto e apartamentos compactos devem predominar em São Paulo


Exibindo Quem busca um imóvel em São Paulo deve estar atento aos efeitos do Plano Diretor, aprovado em julho do ano passado, sobre os lançamentos – tanto em relação à configuração dos projetos quanto ao preço das unidades.
Nos corredores de transporte, os novos apartamentos precisam ser compactos e ter menos vagas de garagem. No miolo dos bairros, a maioria dos empreendimentos deve ter até 28 metros de altura (o equivalente a um prédio de oito andares, além do térreo).
Na prática, para contornar essas limitações, as construtoras optam por projetos que misturammoradia e comércio em um mesmo prédio (modelo incentivado no Plano).
A estratégia visa ampliar o leque de clientes e tornar o negócio viável financeiramente.
Em relação aos preços das unidades, o Secovi-SP (Sindicato do Mercado Imobiliário) estimaelevação de 25% a 60%, dentro e fora dos eixos.
A perspectiva, no entanto, é que o reajuste maior recaia sobre as unidades em miolos de bairro, por serem maiores e com mais vagas de garagem. A tendência é que sejam projetos de alto padrão, com menos unidades.
Isso não quer dizer que o comprador precise correr para adquirir uma unidade com as regras antigas – mais de uma vaga de garagem perto do metrô ou acima de oito andares no meio do bairro, por exemplo. O setor estima que até 2016 os projetos aprovados antes do Plano tenham unidades disponíveis à venda, além da opção de usados.
Possibilidades
Os apartamentos serão compactos e com serviços, como lavanderia, nos espaços comuns. Asáreas de lazer estarão no terraço do edifício, liberando o térreo para lojas e espaços abertos. Ou uma torre recuada abrigará piscina e quadra esportiva no topo da área comercial do condomínio.
Essa deverá ser a configuração predominante dos empreendimentos aprovados a partir do Plano Diretor atual de São Paulo.
O documento estabelece, por exemplo, o estímulo a prédios de uso misto nas áreas consideradas eixos de transporte – aquelas a 150 metros em torno de corredores de ônibusou no raio de até 600 metros de estações de metrô ou trem.
“Os projetos devem, cada vez mais, contemplar imóveis menores e funcionais, com soluções para o cotidiano”, diz Oliver Gorham, diretor de novos negócios das incorporadoras Alfa Realty e MDL.
O Plano prevê ainda incentivos às empresas que construírem empreendimentos com a chamada “fachada ativa”, com áreas para o comércio e criação de espaços de uso público – terrenos particulares abertos à população.
Segundo Gorham, as regras do Plano Diretor estimulam empreendimentos mais criativos. Ele observa que, ao mesmo tempo, cada projeto tende a ser mais complexo, à medida que a construtora terá que avaliar a demanda por unidades residenciais na região e o tipo de comércio compatível com o lançamento.
Praticidade
De acordo com as construtoras, o uso múltiplo desses imóveis pode fazer com que os projetos se tornem viáveis (se paguem e sejam rentáveis), por contemplarem pontos comerciais eresidenciais, e as empresas dependerem menos de um tipo de produto.
Para Josué Lucianelli Júniorgerente de lançamentos da construtora e incorporadora Even, os projetos devem se empenhar em atender famílias que buscam praticidade.
Segundo ele, os empreendimentos mistos acabarão por substituir os chamados “condomínios-clube” –que concentravam serviços na parte interna, com frentes muradas e ocupando quadras inteiras.
“Quando uma região tem o uso misto consolidado, não é preciso pegar o carro o tempo todo. A necessidade de locomoção diminui naturalmente”, afirma Lucianelli.
Desestimular o uso de carros é justamente uma das metas com o novo Plano. Daí a intenção de ter mais pessoas morando onde o transporte coletivo é mais farto e o limite de uma garagem por unidade nessas áreas.
Mais caros
Apesar de enxergar oportunidades com o uso misto dos empreendimentos, as empresas alegam que é preciso convencer o comprador a mudar hábitos e querer morar em imóveis bem localizados, mas com uma vaga, ou a pagar mais por apartamentos no meio dos bairros.
Mirella Parpinellidiretora-geral de atendimento da imobiliária Lopes, pondera que os imóveis que surgirão a partir do Plano Diretor atual ainda esbarram em problemas da vida real, como o transporte público precário.
Para ela, o mercado de usados vai se valorizar, e o comprador que não quiser se adequar aos novos projetos vai preferir reformar um apartamento antigo, que seja bem localizado ecom mais de uma vaga de garagem, mesmo que perca as vantagens de um imóvel novo.
Fonte: http://www.obra24horas.com.br
Da Redação, original Folha de São Paulo

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Banheiros pequenos, aprenda a otimizar seu espaço

Muitas vezes ouvimos a frase: “Meu banheiro é pequeno, não dá para fazer muita coisa nele”, mas aí é que a criatividade e as técnicas de decoração começam a agir. Afinal banheiros pequenos também tem o direito de serem bonitos e charmosos. A questão é: otimizar o espaço.
Banheiros pequenos
Cores claras favorecem banheiros pequenos
A cor branca é um ótimo artifício para os banheiros pequenos pois as cores claras não atrapalham, pelo contrário, elas ajudam a dar amplitude visual ao ambiente e aumenta a visibilidade, facilitando a limpeza. Os espelhos também são ótimos para os banheiros pequenos, trabalhar com espelhos amplos ajuda a não deixar o ambiente visualmente apertado. Mas investir em cores claras não significa que os banheiros pequenos devam ser ambientes lisos e sem graça, mas eles podem e devem contar com detalhes, como pastilhas, é só tomar o cuidado para que esse detalhe não seja em cores muito fortes e escuras.
As portas de correr também são uma ótima opção para se investir nos banheiros pequenos, pois economizam espaço de abertura e circulação. Podem ser utilizadas na porta de entrada, nos armários, no box. No box, normalmente se usam portas de vidro, se for transparente ajuda ainda mais na sensação de amplitude.
Utilizar móveis proporcionais ao ambiente também ajuda na decoração. Em banheiros pequenos procure usar pequenas peças, como armários embaixo da pia, cuba, vaso sanitário para facilitar a pouca circulação que se tem no ambiente.

É possível utilizar uma banheira dependendo do tamanho do banheiro, pois existem opções compactas no mercado. E quem disse que quem tem um banheiro pequeno não tem direito a um banho de espuma?

Banheiros pequenos tem solução

Os banheiros pequenos são um desafio mesmo e uma coisa que conta muito na hora de mostrar, ou até mesmo conviver nele é mantê-lo em ordem. A bagunça, coisas fora do seu devido lugar fazem com que ambientes pequenos fiquem visualmente menores ainda. Para isso é interessante utilizar cestos, prateleiras e nichos para organizar os objetos conforme a frequência do uso, aquilo que se usa diariamente deixe sempre a vista, mas mantenha arrumado. Se não tem espaço para todos os itens, guarde-os em outros lugares, não sobrecarregue o banheiro de informação, pois isso pode deixá-lo deselegante.
Algumas dicas simples para banheiros pequenos:
  • Pia clara e pequena, suspensa ou com pequeno armário;
  • Mobiliário proporcional;
  • Azulejos largos e cores claras;
  • Grandes espelhos;
  • Pontos de iluminação bem distribuídos;
  • Organização;
  • Limpeza.
 Natália Ribas  é colaboradora da Revista Viva Decora. Designer de Interiores, formada pelo SENAC em 2006. Arquiteta e Urbanista desde 2012.

Véri Imoveis: (11) 95148-9133 WhatsApp
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quarta-feira, 13 de maio de 2015

CEF cria fila para novos empréstimos de financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal criou uma "fila de espera" para atender a novos pedidos de empréstimo imobiliário que usam dinheiro da poupança, principal fonte de crédito do setor e que vem sofrendo saques neste ano. O banco nega que tenha suspendido a concessão, mas admite que fez ajustes nas cotas de recursos e nas taxas dos empréstimos. Cada agência ou regional tem uma cota de dinheiro para o crédito imobiliário. Aquelas que já emprestaram todos os recursos orientam aos clientes a procurarem outra unidade ou a aguardarem até que possa encaminhar o pedido. Não há previsão para a liberação de novos recursos. Segundo gerentes da Caixa ouvidos pela Folha, a "fila de espera" dura cerca de um mês. A reportagem percorreu cinco agências do banco em São Paulo nesta terça (12). Três agências informaram que não tinham mais dinheiro para novos empréstimos. Uma agência afirmou que segue encaminhando as propostas normalmente. Outra afirmou que nada mudou, mas que a última operação saiu no início deste mês. O problema maior está com os correspondentes bancários da Caixa que já teriam pré-aprovado o financiamento de alguns clientes (muitos até já teriam pagado a entrada do imóvel), mas que o crédito não saiu do papel e não há previsão de liberação. Até fevereiro, o banco ainda trabalhava com um sistema on-line que permitia aos correspondentes pré-aprovarem os financiamentos. Desde março, todos os financiamentos passaram a ser analisados caso a caso, sendo que vários não são nem aprovados nem recusados; ficam a espera de recursos. Financiamentos com valor acima de R$ 400 mil são inviáveis, segundo gerentes. De janeiro a março, a Caixa perdeu R$ 7 bilhões em depósitos (30% do total das poupanças no país). Os bancos têm por obrigação aplicar 65% do dinheiro da poupança no setor imobiliário. Quando há mais recursos disponíveis, fica mais difícil cumprir essa exigência –o dinheiro não emprestado vira depósito compulsório. Em janeiro de 2013, o cumprimento dos bancos em geral estava em 66%. Um ano depois, subiu para 71%. Na Caixa, passou de 63% para 68%. A Folha apurou que a Caixa esperava uma desaceleração na demanda por crédito, mas se surpreendeu com o ritmo de perda de recursos da poupança. Segundo o BC, o saldo da poupança na Caixa cresceu 12% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2015 (dado mais recente). No período, a aplicação de recursos dentro das exigências do BC aumentou 21%. Nos demais bancos, o saldo da poupança cresceu 11%, e os desembolsos, 20%. A captação por letras e cédulas hipotecárias aumentou 55% no período.

Editoria de arte/Folhapress