sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Corretores de Imóveis ou Panfleteiros?

Corretores de Imóveis ou Panfleteiros?

Eles correm de um lado ao outro, circulam por várias regiões da cidade, conhecem até os mínimos detalhes dos imóveis que trabalham e também da concorrência e não se cansam de captar, anunciar, buscar mais e mais clientes e negociar até perder as forças. São os corretores de imóveis! 

O que acontece é que nos últimos anos, essa imensa massa de trabalhadores autônomos, vem sendo usada, inclusive, para outros trabalhos, digamos, menores. Empresas que já não gastam um centavo para manter os profissionais em seus escritórios ou plantões de vendas, ainda fazem com que os corretores saiam às ruas para panfletar. É isso mesmo. Os corretores, ao contrário de décadas atrás, realizam sozinhos, a divulgação dos empreendimentos para que possam indiretamente integrar as equipes. 

Sob chuva ou sol forte, homens e mulheres que já trabalham horas a fio, principalmente nos finais de semana e feriados, etiquetam milhares de panfletos (material de divulgação), montam sacolas com os folders dos empreendimentos que vão para as bancas de jornais e se revezam em padarias, restaurantes, parques e shoppings, para o corpo a corpo com a população e, assim, atrair o cliente. Enfim, o corretor faz todo o trabalho. 

Afinal...corretor de imóveis passou a ser panfleteiro? Por que empresas - Construtoras e Imobiliárias - estão substituindo o "pessoal do semáforo" por profissionais que não têm salário fixo ou ajuda de custo? A resposta pode ser simples: é a vontade de ganhar cada vez mais e mais. É o aumento do lucro a qualquer preço. 
Mas o que pouca gente sabe é que essa prática é ilegal. 

A proibição da panfletagem está prevista pelo COFECI ( Conselho Federal de Corretores de Imóveis), através da Resolução Nº 1.256/2012, Artigo 5º que estabelece que "Aos Corretores de Imóveis é vedado realizarem trabalho de panfletagem de material impessoal", sob pena de falta grave como prevê o Artigo 6º da mesma Resolução . 

O corretor de imóveis só ganha quando fecha um negócio, caso contrário, pode ficar longos meses trabalhando até mais de 12 horas por dia, sem um único centavo no bolso. E ele ainda paga! Paga para ir e voltar do trabalho todos os dias, para comer, fazer anúncios, paga suas etiquetas e cartões, paga para cumprir as metas estabelecidas pelas empresas já que os custos diários de alimentação e transporte pesam no final do mês. 

E ainda, no final de uma jornada exaustiva, pode sim, perder a comissão, já que muitas vezes, proprietários e compradores se unem e driblam aquele que possibilitou toda a negociação, sem medir esforços. 
Essa é a história, não de um, mas de centenas e milhares de corretores de imóveis desse imenso País. 
Até quando? É essa a pergunta que muitos corretores fazem diariamente. 

"O corretor não pode se submeter a qualquer tipo de trabalho ou abuso. O Mercado Imobiliário depende dos corretores, que são peça-chave em qualquer transação. São esses profissionais que possibilitam negociações seguras. As imobiliárias, incorporadoras, construtoras dependem dos corretores para existir", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. 

" Sem os profissionais credenciados, o mercado estaria à mercê de abusos, de pessoas mal intencionadas , seria uma catástrofe. Portanto, é uma categoria que deve ser valorizada e merece o respeito de toda a sociedade", concluiu Viana Neto. 

Fonte: CreciSP


Existe muito abuso das incorporadoras e Imobiliárias para com essa massa de pessoas que se dizem corretores, mas que não sabem nem explanar o projeto, detalhes construtivos, documentação, ou mesmo fazer conta numa HP12c. Simplesmente vão para o stand fazer número, tentar a sorte de tirar um número de atendimento onde ele consiga atender um cliente (cada vez mais escasso nos stands) previamente interessado e o único trabalho é mostrar o decorado, falar dados básicos de uma maquete que poderiam estar até num quadro informativo e quando sentam na mesa para negociar fluxo de pagamento e maiores detalhes se borram de medo e já chamam um gerente ou coordenador do stand esperando que este mais experiente feche uma venda. 

Quantos casos que vemos no mercado que o cliente não lembra o nome do corretor que vendeu o imóvel dele. Porque? Porque seu atendimento foi insignificante, porque ele não faz pós venda, porque o tal corretor tem medo de falar com o cliente, sim, muitos tem medo de ligar ao cliente que vendeu um imóvel.

Sem contar corretores irregulares ou estagiários irregulares no Creci que povoam os stands sem as empresas   (incorporadoras e imobiliárias) façam algo para coibir tal fato. Porque não se importam de ter pessoas irregulares? Porque eles podem trazer um cliente que gerará uma venda onde dará uma bela comissão a ele e toda cadeia de superiores. Quanto mais gente nos plantões, mais chance de captar, panfletar, fisgar um cliente. 

Agora, como é engraçado a fiscalização do CRECI chegando no plantão e pessoas irregulares fugindo pelos fundos dos stands, pulando pela janela do banheiro, tirando gravata e abrindo camisa para se passar por cliente, fingindo que estão no banheiro, etc.

Porque falo tudo isso? Porque gosto das coisas certas, com regras, sem jeitinhos brasileiros. Minha opção é a qualidade do trabalho objetivando a excelência na venda de imóveis e atendendo as necessidades dos clientes. Tudo com transparência, e principalmente, ética nas relações para com o cliente, parceiros de trabalho e amigos.

Corretor Véri
95148-9133
Creci 132226f
www.veriimoveis.com.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Irmãos que ficaram milionários investindo em imóveis dão 9 dicas para você

Irmãos que ficaram milionários investindo em imóveis dão 9 dicas para você

SÃO PAULO – O investimento em imóveis é um dos preferidos dos brasileiros há muito tempo, mesmo que muitas vezes não seja feito da maneira mais correta. Os irmãos gêmeos americanos Kelly e Chris Edwards também investem nessa modalidade e são especialistas. Desde 2002, eles aumentaram seu patrimônio de uma única casa para quase US$ 8 milhões. Em entrevista ao site Business Insider, eles dividem nove dicas com quem quiser entrar nesse mercado.

1 – Reconheça que seus investimentos são negócios e se planeje
“Se você vai entrar no mercado imobiliário, gostando ou não, vai ser um negócio. Se comprar apenas uma propriedade, vai tomar parte da sua vida, então você deve leva-la a sério e planejar para o futuro”, afirma. Antes de comprarem o primeiro imóvel, ainda em 2001, os irmãos fizeram um plano de ação para os próximos anos, como em uma empresa.

2 – Encontre alguém que conhece mais que você
Quando eles começaram a investir, foram em um encontro local em sua cidade e falaram com um investidor local que atualmente já possui mais de duas mil unidades na área e jantaram com ele.

3 – Invista para o fluxo de caixa
Os gêmeos explicam que, antes de tudo, os números devem encaixar. “Não importa o que você leia na internet: compre onde os números funcionam. Você compra uma propriedade para fluxos de caixa e não especulado se ‘isso vai se valorizar 6% ao longo dos próximos dez anos’”.

4 – Invista em seu conhecimento
Esse é outro ponto importante levantado por Kelly e Chris. Eles são grandes leitores e recomendam a todos que coletem conhecimento da indústria antes de investir propriamente. “Acreditamos muito na leitura”, relatam.

5 – Comece
Pesquisar, no entanto, não vai ajudar em nada a não ser que você queira realmente aplicar esse conhecimento, apontam os irmãos. Eles citam casos de conhecidos que querem conversar sobre o tema e depois ficam indecisos por muito tempo.

6 – Encontre seu nicho
Kelly explica que, no começo, você não deve tentar ser todas as coisas para todas as pessoas. “Os ricos estão nos nichos”, ele diz. Eles começaram a comprar casas na cidade de Raleigh quando viram que ela poderia passar por uma valorização e estavam familiares com o mercado local.

7 – Espere por problemas
“Eu gosto de dizer ‘se você não está tendo grandes problemas, provavelmente não está fazendo algo grande’”, afirma Kelly. “É um negócio e você vai ter problemas do momento que você compra até vender”, completa.

8 – Não espere ficar rico logo
“Sempre usamos a história da lebre e da tartaruga”, afirma Kelly. “Na internet você verá como ficar rico rápido e todo mundo tem dinheiro. Mas não é assim. Se você está começando, mantenha em mente que não é um plano para ficar rico do dia para a noite e sim de forma lenta”.

9 – Mantenha o olho no prêmio
“Uma das maiores coisas que você deve entender é que você vai ter que manter seu olho no prêmio”, diz Chris. Ele afirma que, com foco e trabalho duro, é possível conseguir o estilo de vida que se deseja manter.

Fonte: infomoney boomberg

terça-feira, 17 de novembro de 2015

10 atitudes positivas para o sucesso de um Corretor de Imóveis

10 atitudes positivas para o sucesso de um corretor de imóveis

O medo é provavelmente a maior barreira que um corretor de imóveis sofre para ter sucesso no mercado imobiliário. Atuar nesta profissão é exercer um trabalho desafiador, onde as lutas e superações diárias se fundem com a necessidade de provar a si próprio que é possível vencer nesta carreira.
Seu ânimo e autoestima devem renovar-se a cada manhã, por isto compartilhamos aqui dez atitudes positivas, verdades duras e impactantes que aplicadas ajudarão você a enfrentar com mais disposição os desafios diários impostos aos corretores.

1. Cada dia é um novo dia. Se ontem foi um completo desperdício de tempo, hoje você pode compensar isso. Não deixe nada do que aconteceu ontem te impedir de dedicar-se ao máximo hoje.

2. Não existe negócio fácil, livre de concorrência. Todo mundo tem um parente ou amigo que é corretor para oferecer o mesmo produto que você por um ‘preço’ melhor. Mas acredite: nenhum deles é tão bom e preparado quanto você.

3. Não importa o quão bom é o trabalho que realizamos. Mesmo assim, alguns de nossos clientes irão escolher outro corretor da próxima vez que comprar ou vender imóveis. Ninguém nos deve nada ao final de cada intermediação imobiliária e precisamos aprender a conviver com isso.

4. Trabalhar duro não garante o sucesso, mas ficar parado e esperando praticamente garante o fracasso.

5. Todos pagam impostos. Todo trabalhador autônomo precisa ter ciência de que deve reservar algum dinheiro para pagar seus impostos e previdência.

6. Ter uma zona de conforto é um luxo muito caro, você se sairá bem melhor sem ela.

7. Em alguns dias, ao atuar como corretor imobiliário você estará mais próximo de um ser psicólogo ou de um assistente social do que para um consultor de negócios ou investimentos. É verdade que tudo seria mais fácil se fosse apenas corretor, mas vá em frente, existiam dias muito melhores.

8. Não existem dois dias iguais. A cada nova experiência de atendimento e a cada intermediação imobiliária você irá aprender algo que irá se valioso para o seu próximo cliente

9. Seja capaz de usar informática e tecnologia – ainda que básica – a seu favor, isto é uma obrigação para o corretor de imóveis e acredite, ainda hoje é um diferencial.

10. Às vezes ‘não’ é a resposta correta e mais corajosa que você precisa dar. E não importa qual é a pergunta.

Atuar como corretor permite ao profissional usar habilidades que ele não sabia que possuía, ou que nunca precisou usar. Ponha-se a prova, reinvente-se. Vai perceber que sua profissão não é só umas das mais promissoras, que permite um grande crescimento financeiro para quem se dedica, mas é também uma das mais satisfatórias.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Reformas valorizam imóvel na hora da comercialização

EDILAINE FELIX

Ambientes pintados, com pisos e revestimentos bem conservados aumentam chances de venda; limpeza e organização são essenciais

Loft. Carvalho prevê retorno do investimento feito na reforma

Na hora de vender ou alugar um imóvel, a conservação é um dos itens mais avaliados pelo comprador. Rachaduras, vazamentos, sujeira podem desvalorizar o apartamento. Mas como saber o que deve ser feito para que o imóvel seja valorizado?

De acordo com o diretor de vendas da Lello Imóveis, Igor Freire, o cliente quer um imóvel bem cuidado. “Paredes bem pintadas e áreas limpas agradam o futuro comprador e podem acelerar o fechamento do negócio”, diz.

Segundo Freire, é importante realizar algumas intervenções para valorizar o imóvel e dar mais velocidade às vendas. De acordo com o diretor da Lello, o mercado mudou: até 2013, com crédito facilitado e economia pungente, era o vendedor quem ditava as regras; agora, é o comprador quem dá as cartas na hora da compra.

“Se compararmos a mesma região, o preço médio do imóvel reformado será superior ao de um imóvel sem reforma”, diz Freire. Ele recomenda pintar as paredes com cores neutras e se o imóvel estiver ocupado, se esteja sempre limpo e organizado para receber os interessados.

Ou seja, o estado de conservação é fundamental. “Corrija infiltrações, mofo, sujeira e pintura descascada para dar ao possível comprador uma primeira impressão agradável.”

Freire afirma que grandes reformas na estrutura do imóvel, como aumentar a sala ocupando o espaço de um quarto ou instalar uma cozinha americana, podem ser um complicador. “Alterar a planta original pode desvalorizar o imóvel e até mesmo desagradar o comprador, diz Freire.

Negociação. O empresário Hélio Augusto Oliveira Soares, de 45 anos, acaba de vender um apartamento no bairro de Sapopemba, na zona leste da capital. “Eu deixo todo reformado, pintura, pisos, porque eu consigo uma condição melhor no momento da venda”, diz.

Para Soares, quando o comprador visita um imóvel reformado ele acredita que não terá problemas futuros. Durante a negociação, ele informou ao interessado quais os itens e marcas de acabamento utilizados.

“Eu dizia qual é marca da louça usada, a voltagem da eletricidade, o tipo de cabeamento e os canos utilizados na parte elétrica. Tudo isso para que não tenhamos problemas futuros.”

Na visão da arquiteta Ana Yoshida, é possível valorizar espaços com pintura adequada, armários embutidos e até um toque de personalidade ao local.

“No caso da pintura o ambiente não precisa estar todo branco, o importante é deixar agradável. Os tons off white e acinzentado preenchem bem o espaço e destacam os rodapés das portas. Pode destacar uma parede com a cor fendi”, diz Ana.

De acordo com arquiteta, a troca de pisos e revestimentos deve ser feita apenas se o vendedor quer atrair um público específico. No caso dos pisos, o de porcelanato é mais resistente, mas a maior aceitação e conforto é pelo piso de madeira.

“Se a reforma é para locação, o porcelanato é mais indicado, em razão da facilidade de conservação. A madeira é indicada para os quartos e o piso frio em locais de maior circulação.”

A instalação de ar condicionado é outro ponto de valorização do imóvel, na opinião da arquiteta. Para ela, vale a pena investir em espaços mais abertos que favoreçam a circulação de ar e a iluminação. No entanto, ela lembra que antes de qualquer obra é preciso estudar a estrutura do imóvel. “E avalie projeto e os custos envolvidos.”

Investimento. O advogado Marcos de Carvalho, de 42 anos, comprou um apartamento no Itaim, zona sul da capital. Inicialmente, seria para morar, mas por razões familiares, decidiu vender o imóvel. Mas antes, está reformando.

“Eu me impressionei com a quantidade de imóveis disponíveis não reformados no mercado. Eu ficava decepcionado ao entrar no apartamento e ver os estado de conservação do imóvel’, diz Carvalho.

Ele colocou à venda, mas pensando em sua experiência e na dificuldade de concluir uma negociação decidiu investir em uma reforma. “Pela região que o imóvel está, quis deixá-lo com uma ‘cara’ mais interessante. Pensei em uma reforma menor e depois avancei para uma reforma mais estrutural”, diz.

Entre as mudanças, Carvalho mudou de lugar a escada de acesso ao segundo andar, deixou a cozinha aberta em formato ilha e no piso superior – onde está o quarto, o escritório e o closet, deslocou de lugar um banheiro e instalou ar condicionado. A obra deve ser feita em 8 meses.

Carvalho acredita que o imóvel de 75 metros quadrados tenha valor de mercado de R$ 1 milhão e ganhará um incremento de 0,5% após a reforma.

VEJA MAIS: É fundamental pintar o imóvel antes de vender

O advogado contratou uma arquiteta para fazer o projeto e conta que houve atraso na obra. Um dos motivos foi a necessidade de se enquadrar na NBR 16280/2014, que regulamenta todos os procedimentos que devem ser adotados para garantir a segurança de obras realizadas no interior de imóveis. “Eu morei no apartamento antes de decidir reformar para vender. Então percebi tudo que precisaria ser feito e que agradaria o público da região”, diz.

E agora que o mercado imobiliário estagnou?

Construção de Riqueza com Imóveis

A última década foi doce para quem investiu em imóveis. Os preços subiram em média 15% ao ano desde 2005. Quem comprou um imóvel na planta e vendeu na entrega três anos depois teve um retorno de mais de 100% sobre o capital investido. 

 

Esta valorização só foi possível porque o vento a favor era muito forte. 

 

Nunca se evoluiu tanto na facilidade de se comprar um imóvel no país. No jargão do mercado, nunca a “affordability” cresceu tanto.

 

As taxas de financiamento caíram com consistência e os prazos de pagamento foram alongados. Para um imóvel de mesmo valor, a prestação mensal teve queda forte.

 

Por outro lado, a renda per capita subiu 69% desde 2008 (com uma inflação de 49%), impulsionada pelo aumento das commodities e pelo crescente consumo das famílias através do endividamento. 

 

Mais renda e financiamentos mais longos e baratos criaram o ambiente perfeito para as incorporadoras começarem a lançar imóveis cada vez mais caros, porque a prestação deste imóvel cabia no bolso do consumidor.

 

Infelizmente, a festa acabou.

 

As taxas dos financiamentos começaram a subir em 2015. Só a Caixa Econômica Federal (CEF) subiu as taxas três vezes neste ano, roubando cerca de 20% da capacidade de pagamento dos consumidores.

 

E a razão desta subida é estrutural. O Núcleo de Real Estate da Poli já alertou que o futuro do financiamento no Brasil é de uma maior participação do dinheiro privado. O que só pode significar uma só coisa: maiores custos. 

 

Ainda por cima, os fatores do aumento da renda não estão mais presentes. As commodities tiveram forte queda e as famílias brasileiras estão endividadas até a tampa. 

 

A renda não tem nenhuma chance de subir na mesma velocidade na próxima década porque o governo não realizou as mudanças necessárias.

 

Menos renda, prestações maiores, menor capacidade de pagamento dos consumidores. Menor “affordability”. Não há espaço para uma valorização nos níveis anteriores.

 

E como é que alguém vai conseguir construir riqueza com imóveis na próxima década se as condições da economia e de mercado não são favoráveis para valorização?

 

Não me entenda errado. Os imóveis continuarão a ser vendidos. As pessoas continuam se casando (1 milhão de novos casais por ano!) e querendo morar em imóveis melhores. Ainda haverá demanda, mas sem espaço para expressiva valorização.

 

A realidade é que existe mais de uma dezena de táticas para construir riqueza com imóveis sem depender da valorização. É só usar a estratégia conhecida como gestão ativa de imóveis ou estratégia de adição de valor.

 

Esta estratégia é a única adequada para os negócios da próxima década. 

 

Certa vez eu estava conversando com acionista majoritário de uma das maiores empresas brasileiras do segmento imobiliário sobre os números de um de seus shopping centers.

 

Percebi que ele fazia questão de olhar todas as despesas com uma minúcia que nunca tinha visto antes. 

 

Para uma pessoa com patrimônio de muitas centenas de milhões de reais, discutir uma despesa de R$ 5 mil ou R$ 10 mi parecia uma atitude exagerada.

 

Sentindo um certo desconforto da equipe, ele explicou que não se importava em economizar R$ 5 mil ou R$ 10 mil. Não faria diferença na vida dele. Ele sabia, contudo, que cada R$ 1 economizado poderia resultar em um aumento de R$ 120 no valor daquele shopping. 

 

No fundo, não estávamos discutindo R$ 5 mil ou R$ 10 mil de despesas mensais, mas sim entre R$ 600 mil ou R$ 1,2 milhão de valorização. Valores que valiam o investimento de tempo de um acionista majoritário. 

 

Aquilo ficou gravado de forma permanente na minha cabeça.

 

O mercado de aluguéis gerenciados de forma passiva é quase que entediante. Mas sabendo que a cada R$ 1 a mais no fluxo de caixa você consegue aumentar o valor em R$ 120 (ou mais!), a proposta começa a ficar mais interessante.

 

O segredo é saber como e por quanto você vai obter esse aumento. E depois entender se o retorno deste investimento será adequado. 

 

Esta não é a única forma de construção de riqueza em imóveis. 

 

Na minha última viagem aos EUA morri de dar risada com este enorme outdoor.

“We buy ugly houses” (“Nós compramos casas feias”)

 

Eu ri muito porque este anúncio é só uma demonstração de como os norte-americanos estão em outro nível no uso desta tática.

 

Mas tem gente aqui no Brasil seguindo por esse caminho também. Um empreendedor do interior de São Paulo me procurou para dar consultoria em seus negócios.

 

Ao descrever seu modelo de negócio, a minha ficha caiu imediatamente. Esse empreendedor se tornou um especialista em resolver um problema muito específico. 

 

Ele identifica e conserta casas cujo estado de conservação é deplorável. 

 

Nenhum futuro morador quer enfrentar estes problemas, e o vendedor chega a te agradecer por estar comprando aquele pepino. A desvalorização do imóvel é acentuada.

 

A única preocupação desse empreendedor é que a localização seja compatível com preços bem maiores e que a reforma seja viável. Um imóvel ruim em uma localização boa.

 

Ele me explicou que compra os imóveis por 30%, gasta outros 30% na reforma e leva para casa os restantes 40%.A cada reforma feita ele consegue aumentar o valor investido em 67%.

 

Comparando com aquele grande negócio do comprador na planta que descrevi logo no começo deste texto, ele ganha de lavada. 

 

Enquanto um investidor de apartamento na planta conseguia cerca de 100% em três anos de espera, uma reforma pode acontecer em até seis meses. Em outras palavras, o empreendedor conseguiria fazer seis reformas no período de 3 anos, crescendo seu capital em 67% a cada reforma!

 

Quem poderia imaginar que mesmo sem um mercado com valorização seria possível obter retornos tão altos?

 

Ficou interessado nesse tipo de rendimento?

 

Sentindo a urgência e a oportunidade do momento preparamos o curso “Construindo Riqueza com Imóveis” para orientar nossos leitores. Nas 12 aulas, tratarei justamente da gestão ativa de imóveis. Usei de toda minha experiência de mais de 20 anos de mercado financeiro e de mais de 8 anos no segmento de negócios imobiliários para preparar este curso.

 

São conhecimentos como o que aprendi com aquele acionista majoritário que citei acima. Também trouxe três especialistas para aprofundar questões mais específicas, como os aspectos legais e de execução de obras. 

 

A proposta do curso, que está limitado a 200 participantes para garantir uma maior qualidade nas monitorias, é cobrir todos os conhecimentos necessários para se tornar um empreendedor especializado em adicionar valor a negócios imobiliários.

 

Aprendendo os conceitos, as formas de análise e o posicionamento que possibilita estes incríveis retornos, o caminho estará aberto para a mudança de patamar na criação de riqueza para você e sua família. 

 
Um abraço,

Marcio Fenelon
Empiricus

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Lançamento Paulo Mauro Frame Vila Romana

Lançamento Frame Vila Romana  Construtora Paulo Mauro.
Corretor VÉRI 95148-9133.

Abertura Apto Decorado: 26 Set
Lançamento Oficial: 03 Out

* Cadastro e Pré Reservas para informações antecipadas e privilegiadas, falem comigo     (morador do bairro) no Stand de Vendas

Apto de 84 e 64m² com 2 vagas demarcadas 
* Varanda com churrasqueira e bancada
* Piso em Porcelanato (exceto dorms)
* Depósito na garagem azulejada
* Infra de Ar Condicionado (Living e Dorms)
* Piscina Coberta com raia 25m e descoberta
* Fitness, Sauna, Sala Relax,
* Churrasqueira + forno Pizza no térreo
* Pé direito de 5,30m no Térreo
* Gerador

www.framevilaromana.com

Rua Faustolo, 724 com Corretor VÉRI

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Janela de Oportunidades em Imóveis

Segue relatório do Diretor da Empiricus onde fala de Janelas de Oportunidades para o mercado imobiliário.

Os compradores que se atentarem a isso ganharão dinheiro, mas aqueles que só acredita em bolha, ficarão inertes e reclamando de tudo.

Clique no link abaixo:
http://www.empiricus.com.br/imoveis-fenelon/?key=7cac79de-b3b0-4d51-9c76-3a8409fb2ada&utm_source=empiricus-email-gauntlet&utm_medium=gauntlet&utm_campaign=empiricus-email-gauntlet6-fixo-geral-imoveis-copy-maos-botao

Fonte: Empiricus/Márcio Fenelon

Procurando estas Oportunidades? Fale comigo.

VÉRI
95148-9133 WhatsApp
veri.imoveis@gmail.com

domingo, 6 de setembro de 2015

Caminhos da Lapa

Caminhos da Lapa. Aptos de 128 e 157m² com 2 ou 3 vagas e Coberturas com 252 e 311m² com 4 vagas.

Venha conhecer os 2 aptos decorados na Rua Fortunato Ferraz, 625. V Anastácio / Lapa.

Chame na recepção o corretor VÉRI da empresa Brasil Brokers. F: 95148-9133

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Aptos Z Oeste Oportunidades - Corretor Véri 95148-9133

Segue oportunidades de apartamentos prontos para morar ou lançamentos nos bairros da Vila Romana, Lapa, Vila Leopoldina, Perdizes, Pompéia, Vila Anastácio e Barra funda.
Vejam que existem projetos prontos para morar com apenas 1 unidade a venda. 

Os valores são a partir destes apresentados e podem ser alterados a qualquer instante, 
favor consultar o valor comigo.

Aceitamos propostas para serem analisados pelos incorporadores

Obs: Estamos montando as pastas de documentos para o lançamento na Vila Romana
FRAME PAULO MAURO

Véri
95148-9133 whatsapp
veri.imoveis@gmail.com
s

sábado, 8 de agosto de 2015

Frame Paulo Mauro - VÉRI 95148-9133

Breve Lançamento da incorporadora Paulo Mauro. O Frame Vila Romana terão aptos de 64 e 84m² com 2 vagas demarcadas, piscina com raia de 25metros coberta e piscina adulta e infantil descoberta além de fitness, brinquedoteca, salão de festa gourmet, churrasqueira e forno de pizza.
Garagem Azulejada
Porcelanato na sala, cozinha e varanda gourmet
Churrasqueira + ponto de cooktop incluso na varanda
Chegando no local procure pelo corretor  
VÉRI

Aguardo sua visita no plantão. Rua Faustolo, 724, Vila Romana. 

Chegando no local procure pelo corretor VÉRI

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Uso misto e apartamentos compactos devem predominar em São Paulo


Exibindo Quem busca um imóvel em São Paulo deve estar atento aos efeitos do Plano Diretor, aprovado em julho do ano passado, sobre os lançamentos – tanto em relação à configuração dos projetos quanto ao preço das unidades.
Nos corredores de transporte, os novos apartamentos precisam ser compactos e ter menos vagas de garagem. No miolo dos bairros, a maioria dos empreendimentos deve ter até 28 metros de altura (o equivalente a um prédio de oito andares, além do térreo).
Na prática, para contornar essas limitações, as construtoras optam por projetos que misturammoradia e comércio em um mesmo prédio (modelo incentivado no Plano).
A estratégia visa ampliar o leque de clientes e tornar o negócio viável financeiramente.
Em relação aos preços das unidades, o Secovi-SP (Sindicato do Mercado Imobiliário) estimaelevação de 25% a 60%, dentro e fora dos eixos.
A perspectiva, no entanto, é que o reajuste maior recaia sobre as unidades em miolos de bairro, por serem maiores e com mais vagas de garagem. A tendência é que sejam projetos de alto padrão, com menos unidades.
Isso não quer dizer que o comprador precise correr para adquirir uma unidade com as regras antigas – mais de uma vaga de garagem perto do metrô ou acima de oito andares no meio do bairro, por exemplo. O setor estima que até 2016 os projetos aprovados antes do Plano tenham unidades disponíveis à venda, além da opção de usados.
Possibilidades
Os apartamentos serão compactos e com serviços, como lavanderia, nos espaços comuns. Asáreas de lazer estarão no terraço do edifício, liberando o térreo para lojas e espaços abertos. Ou uma torre recuada abrigará piscina e quadra esportiva no topo da área comercial do condomínio.
Essa deverá ser a configuração predominante dos empreendimentos aprovados a partir do Plano Diretor atual de São Paulo.
O documento estabelece, por exemplo, o estímulo a prédios de uso misto nas áreas consideradas eixos de transporte – aquelas a 150 metros em torno de corredores de ônibusou no raio de até 600 metros de estações de metrô ou trem.
“Os projetos devem, cada vez mais, contemplar imóveis menores e funcionais, com soluções para o cotidiano”, diz Oliver Gorham, diretor de novos negócios das incorporadoras Alfa Realty e MDL.
O Plano prevê ainda incentivos às empresas que construírem empreendimentos com a chamada “fachada ativa”, com áreas para o comércio e criação de espaços de uso público – terrenos particulares abertos à população.
Segundo Gorham, as regras do Plano Diretor estimulam empreendimentos mais criativos. Ele observa que, ao mesmo tempo, cada projeto tende a ser mais complexo, à medida que a construtora terá que avaliar a demanda por unidades residenciais na região e o tipo de comércio compatível com o lançamento.
Praticidade
De acordo com as construtoras, o uso múltiplo desses imóveis pode fazer com que os projetos se tornem viáveis (se paguem e sejam rentáveis), por contemplarem pontos comerciais eresidenciais, e as empresas dependerem menos de um tipo de produto.
Para Josué Lucianelli Júniorgerente de lançamentos da construtora e incorporadora Even, os projetos devem se empenhar em atender famílias que buscam praticidade.
Segundo ele, os empreendimentos mistos acabarão por substituir os chamados “condomínios-clube” –que concentravam serviços na parte interna, com frentes muradas e ocupando quadras inteiras.
“Quando uma região tem o uso misto consolidado, não é preciso pegar o carro o tempo todo. A necessidade de locomoção diminui naturalmente”, afirma Lucianelli.
Desestimular o uso de carros é justamente uma das metas com o novo Plano. Daí a intenção de ter mais pessoas morando onde o transporte coletivo é mais farto e o limite de uma garagem por unidade nessas áreas.
Mais caros
Apesar de enxergar oportunidades com o uso misto dos empreendimentos, as empresas alegam que é preciso convencer o comprador a mudar hábitos e querer morar em imóveis bem localizados, mas com uma vaga, ou a pagar mais por apartamentos no meio dos bairros.
Mirella Parpinellidiretora-geral de atendimento da imobiliária Lopes, pondera que os imóveis que surgirão a partir do Plano Diretor atual ainda esbarram em problemas da vida real, como o transporte público precário.
Para ela, o mercado de usados vai se valorizar, e o comprador que não quiser se adequar aos novos projetos vai preferir reformar um apartamento antigo, que seja bem localizado ecom mais de uma vaga de garagem, mesmo que perca as vantagens de um imóvel novo.
Fonte: http://www.obra24horas.com.br
Da Redação, original Folha de São Paulo

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Banheiros pequenos, aprenda a otimizar seu espaço

Muitas vezes ouvimos a frase: “Meu banheiro é pequeno, não dá para fazer muita coisa nele”, mas aí é que a criatividade e as técnicas de decoração começam a agir. Afinal banheiros pequenos também tem o direito de serem bonitos e charmosos. A questão é: otimizar o espaço.
Banheiros pequenos
Cores claras favorecem banheiros pequenos
A cor branca é um ótimo artifício para os banheiros pequenos pois as cores claras não atrapalham, pelo contrário, elas ajudam a dar amplitude visual ao ambiente e aumenta a visibilidade, facilitando a limpeza. Os espelhos também são ótimos para os banheiros pequenos, trabalhar com espelhos amplos ajuda a não deixar o ambiente visualmente apertado. Mas investir em cores claras não significa que os banheiros pequenos devam ser ambientes lisos e sem graça, mas eles podem e devem contar com detalhes, como pastilhas, é só tomar o cuidado para que esse detalhe não seja em cores muito fortes e escuras.
As portas de correr também são uma ótima opção para se investir nos banheiros pequenos, pois economizam espaço de abertura e circulação. Podem ser utilizadas na porta de entrada, nos armários, no box. No box, normalmente se usam portas de vidro, se for transparente ajuda ainda mais na sensação de amplitude.
Utilizar móveis proporcionais ao ambiente também ajuda na decoração. Em banheiros pequenos procure usar pequenas peças, como armários embaixo da pia, cuba, vaso sanitário para facilitar a pouca circulação que se tem no ambiente.

É possível utilizar uma banheira dependendo do tamanho do banheiro, pois existem opções compactas no mercado. E quem disse que quem tem um banheiro pequeno não tem direito a um banho de espuma?

Banheiros pequenos tem solução

Os banheiros pequenos são um desafio mesmo e uma coisa que conta muito na hora de mostrar, ou até mesmo conviver nele é mantê-lo em ordem. A bagunça, coisas fora do seu devido lugar fazem com que ambientes pequenos fiquem visualmente menores ainda. Para isso é interessante utilizar cestos, prateleiras e nichos para organizar os objetos conforme a frequência do uso, aquilo que se usa diariamente deixe sempre a vista, mas mantenha arrumado. Se não tem espaço para todos os itens, guarde-os em outros lugares, não sobrecarregue o banheiro de informação, pois isso pode deixá-lo deselegante.
Algumas dicas simples para banheiros pequenos:
  • Pia clara e pequena, suspensa ou com pequeno armário;
  • Mobiliário proporcional;
  • Azulejos largos e cores claras;
  • Grandes espelhos;
  • Pontos de iluminação bem distribuídos;
  • Organização;
  • Limpeza.
 Natália Ribas  é colaboradora da Revista Viva Decora. Designer de Interiores, formada pelo SENAC em 2006. Arquiteta e Urbanista desde 2012.

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

CEF cria fila para novos empréstimos de financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal criou uma "fila de espera" para atender a novos pedidos de empréstimo imobiliário que usam dinheiro da poupança, principal fonte de crédito do setor e que vem sofrendo saques neste ano. O banco nega que tenha suspendido a concessão, mas admite que fez ajustes nas cotas de recursos e nas taxas dos empréstimos. Cada agência ou regional tem uma cota de dinheiro para o crédito imobiliário. Aquelas que já emprestaram todos os recursos orientam aos clientes a procurarem outra unidade ou a aguardarem até que possa encaminhar o pedido. Não há previsão para a liberação de novos recursos. Segundo gerentes da Caixa ouvidos pela Folha, a "fila de espera" dura cerca de um mês. A reportagem percorreu cinco agências do banco em São Paulo nesta terça (12). Três agências informaram que não tinham mais dinheiro para novos empréstimos. Uma agência afirmou que segue encaminhando as propostas normalmente. Outra afirmou que nada mudou, mas que a última operação saiu no início deste mês. O problema maior está com os correspondentes bancários da Caixa que já teriam pré-aprovado o financiamento de alguns clientes (muitos até já teriam pagado a entrada do imóvel), mas que o crédito não saiu do papel e não há previsão de liberação. Até fevereiro, o banco ainda trabalhava com um sistema on-line que permitia aos correspondentes pré-aprovarem os financiamentos. Desde março, todos os financiamentos passaram a ser analisados caso a caso, sendo que vários não são nem aprovados nem recusados; ficam a espera de recursos. Financiamentos com valor acima de R$ 400 mil são inviáveis, segundo gerentes. De janeiro a março, a Caixa perdeu R$ 7 bilhões em depósitos (30% do total das poupanças no país). Os bancos têm por obrigação aplicar 65% do dinheiro da poupança no setor imobiliário. Quando há mais recursos disponíveis, fica mais difícil cumprir essa exigência –o dinheiro não emprestado vira depósito compulsório. Em janeiro de 2013, o cumprimento dos bancos em geral estava em 66%. Um ano depois, subiu para 71%. Na Caixa, passou de 63% para 68%. A Folha apurou que a Caixa esperava uma desaceleração na demanda por crédito, mas se surpreendeu com o ritmo de perda de recursos da poupança. Segundo o BC, o saldo da poupança na Caixa cresceu 12% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2015 (dado mais recente). No período, a aplicação de recursos dentro das exigências do BC aumentou 21%. Nos demais bancos, o saldo da poupança cresceu 11%, e os desembolsos, 20%. A captação por letras e cédulas hipotecárias aumentou 55% no período.

Editoria de arte/Folhapress

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Caixa vai tornar financiamento do imóvel mais rápido

Homem segura chave do imóvel: Registro eletrônico do imóvel irá encurtar o tempo da operação de 30 para 5 dias no estado de São Paulo

Marília Almeida, de Exame.com

São Paulo - A Caixa Econômica Federal começará a utilizar o registro eletrônico de imóveis no estado de São Paulo. De acordo com o banco, a tecnologia irá reduzir o tempo para liberação do financiamento imobiliário na região.

O prazo necessário para registrar a casa ou apartamento é de um mês, em média. A expectativa da Caixa é que esse tempo seja reduzido para cinco dias com a ferramenta.

A maior agilidade na operação será possível por meio de uma parceria realizada entre a instituição financeira e a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), que representa os cartórios no estado.

O banco passará agora a enviar o contrato de forma eletrônica para os cartórios, que deverão realizar o registro da unidade no prazo de cinco dias úteis. Ou seja, não será mais necessário que o cliente vá até o cartório realizar a operação e volte para buscar o documento e levá-lo ao banco.

Quem deseja financiar um imóvel deverá apenas entregar toda a documentação exigida para a conclusão do acordo e assinar o documento físico do registro do imóvel na Caixa, que ficará sob a guarda do banco. O comprador terá a cópia física do registro e o PDF do registro eletrônico. 

Para visualizar a imagem da assinatura digital do banco e a validade jurídica do documento eletrônico, é necessário apenas fazer o download do Assinador Digital, disponível de forma gratuita no site da Arisp

O arquivo digital será assinado e enviado ao cartório pela Caixa, que tem a certificação digital necessária para realizar a operação e pode representar seus clientes. A operação não tem custos adicionais para o comprador.

 

Maior agilidade ajuda comprador de imóvel na planta

O prazo de liberação do financiamento é um dos pontos mais importantes na compra do imóvel, principalmente para quem adquire uma unidade na planta e precisa buscar crédito no banco na hora da entrega das chaves.

As construtoras costumam dar um prazo de 30 a 60 dias a partir da emissão do Habite-se do imóvel para que o cliente consiga obter o financiamento na instituição financeira. Caso não consiga a liberação do crédito nesse período, o comprador pode pagar juros e multas.

Quem busca um imóvel usado também pode perder o negócio caso o proprietário tenha urgência em vender a unidade e o financiamento não for liberado a tempo pelo banco.

A Caixa pretende expandir o registro eletrônico de imóveis para outros Estados ainda esse ano e espera que a tecnologia esteja funcionando em todas as regiões do país até o final de 2016. 

Tempo total para liberação do empréstimo é maior

O prazo de cinco dias úteis vale apenas para o registro do imóvel, e não inclui o tempo médio da aprovação de crédito pela Caixa, de mais cinco dias úteis, segundo informações do banco.

Ou seja, se for incluído o prazo médio que o banco precisa para verificar se aprova ou não o crédito, o tempo para liberação do financiamento passará, na verdade, de 35 dias, em média, para cerca de 10 dias úteis.

A Caixa ressalta que esses prazos são válidos apenas se toda a documentação necessária para o financiamento estiver completa e em ordem. Quem deseja financiar o imóvel de forma mais rápida também não pode ter dívidas pendentes registradas em seu CPF.

Segundo a Associação Brasileira das entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP), o tempo médio para liberação do financiamento nos bancos é de 40 dias. Mas esse prazo pode atingir até três meses em casos extremos.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

8 direitos que os compradores de imóveis muitas vezes não sabem que têm

Atraso e defeito na obra, taxas e juros abusivos são alguns dos problemas que podem transformar o sonho da casa própria em pesadelo

 

O sonho da casa própria pode se tornar um pesadelo se o comprador não souber lidar com alguns imprevistos que podem acontecer no meio do caminho, como atraso e defeito na obra, além de taxas e juros abusivos.

Segundo Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), apesar das informações disponíveis, ainda falta aos consumidores mais consciência dos seus direitos. “Antes, poucos compradores recorriam à Justiça. Agora, muitos têm conhecimento que é essencial, para solucionar seu problema, procurar o Poder Judiciário. Mas, infelizmente é preciso melhorar muito a proteção aos mutuários.”

Confira abaixo oito dicas que a entidade preparou para os mutuários:

1- Atraso na obra

Caso a obra do imóvel atrase, o tempo para recorrer à Justiça é de cinco anos. O prazo passa a contar a partir da entrega das chaves ou expedição do “Habite-se”.

O proprietário do imóvel pode pleitear o pagamento da multa de 2% e mais os juros de mora de 1% ao mês pelo atraso, desde o primeiro dia do não cumprimento do que foi estabelecido em contrato para entrega do imóvel. Além disso, cabe indenização por danos morais e materiais e lucro cessante, ou seja, o que o prejudicado deixou de ganhar ou se perdeu um lucro esperado.

2- Defeito na construção

No caso de vícios aparentes no imóvel, cabe ao consumidor entrar com uma ação chamada “Obrigação de Fazer” contra a construtora. O prazo para reclamação de portas quebradas ou paredes mal pintadas, entre outros consertos, é de 90 dias após a entrega da chave.
Já para os defeitos ocultos, a queixa deve ser feita no prazo de um ano. Se a incorporadora não solucionar o problema, o comprador tem até 20 anos para recorrer ao Judiciário, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça. O pedido deve estar acompanhado do laudo técnico de um engenheiro discriminando o erro.

3- Taxas abusivas

Para os consumidores lesados quanto ao Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária) e a comissão do corretor, o prazo para reclamar em Juízo é de três anos e começa a contar após o seu pagamento total. Nessa situação, cabe a devolução do dinheiro em dobro, acrescido de correção monetária e juros.
A restituição deve acontecer de uma só vez, em até 15 dias. Após o prazo, incide acréscimo de 10% de multa e se não for pago podem ser penhorados os bens da imobiliária ou da construtora.

4- Juros indevidos

Para aqueles que enfrentam problemas com a cobrança de juros sobre juros, o tempo para recorrer à Justiça é de cinco anos, a partir do termino do contrato. Nesse caso, é essencial requisitar na esfera judiciária, com base em jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e o Superior Tribunal Federal, a restituição dos encargos financeiros, mesmo aqueles que já quitaram o pagamento do imóvel.

5- Metragem

Se na vistoria, ficar comprovado que há diferença no tamanho de qualquer dos compartimentos do imóvel, superior a 5%, o dono do imóvel pode exigir o complemento da área, o abatimento no valor ou rescindir o contrato. Quando a quantia for devolvida, a restituição deverá ser feita à vista, acrescida de multa e juros.  Além disso, também podem ser inclusos indenização, danos morais e materiais e lucro cessante.

6- Rescisão de contrato

Ao anular o acordo por problema pessoal, inadimplência ou até mesmo arrependimento, o dono do imóvel tem o direito de receber de volta 90% do valor já pago e de uma só vez. Já se o distrato ocorrer devido ao atraso na obra ou irregularidade no empreendimento, o proprietário deve receber 100% do valor com as devidas correções.

7- Cobrança do condomínio antes de receber das chaves

Quando o morador não tem a posse do imóvel, é obrigação da construtora arcar com esse custo. O valor só poderá ser repassado aos compradores quando esses estiverem de posse das chaves.  Para resolver o problema, o consumidor tem duas opções: a primeira é recorrer ao Poder Judiciário, suspender o pagamento das parcelas e depositá-las em Juízo.  A outra é continuar pagando as parcelas e depois entrar com uma ação pedindo o ressarcimento dos valores em dobro.

8- Atualização de juros antes da entrega do imóvel

Durante a construção da propriedade pode haver apenas a atualização do valor com base no INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Os juros remuneratórios, que geralmente giram em torno de 1% ao mês, poderão incidir em cima do saldo devedor apenas após receber as chaves ou expedição do “Habite-se”. Se a construtora descumprir o contrato, o consumidor tem o direito de pedir de volta o valor cobrado a mais nas prestações.

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

Fonte: InfoMoney

Casa comprada só pelo marido é dividida no divórcio?

Segundo advogado, se a casa terminou de ser paga durante o casamento ela deve ser repartida na separação.

Dúvida: Em 2011 me casei pelo regime de comunhão parcial de bens e meu marido financiou uma casa em 2010, quando já estávamos noivos e dividindo tudo. Também compramos um carro antes de nos casar, no valor de 10 mil reais, e agora o trocamos por outro, de 20 mil reais. Em caso de divórcio, eu teria direito à casa e ao carro? A casa está no nome do meu marido e a conta de energia está no meu nome.

Resposta de Rodrigo Barcellos*: Se o casal pagou a casa (uma pequena parte no noivado e a maior parte durante o casamento), trata-se de um bem comum que deve ser dividido caso ocorra o divórcio. Existe entendimento jurisprudencial (interpretações de casos similares) no sentido de que se o compromisso de compra do imóvel foi firmado antes, mas ele terminou de ser quitado durante o casamento, ele foi adquirido com esforço do casal. Assim sendo, a esposa terá direito a 50% do imóvel no caso de divórcio. Quanto ao carro, trata-se de um bem do casal, pois foi comprado após o casamento. Só não seria um bem comum se vocês tivessem comprado o segundo carro com o dinheiro do primeiro, e esse primeiro carro tivesse sido pago apenas pelo seu marido e antes do casamento.

Nesse caso, ele teria que provar que parte do segundo carro foi paga a partir da venda de um bem particular. Pela sua pergunta, no entanto, isso não foi o que ocorreu, já que o primeiro carro foi comprado com recursos do casal.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

7 pré-conceitos sobre corretores de imóveis

Sabe aquelas lendas que assombram as profissões e viram verdades de tanto que são repetidas? Resolvemos listar 7 fatos que muita gente pensa serem reais sobre corretores de imóveis e explicar porque você deve desconsiderá-los de uma vez por todas.

1 – Corretores tentam “empurrar” imóveis ruins, disfarçados de bom negócio Cada imóvel atende a um tipo de público. Corretores irão oferecer um apartamento ou casa que una custo e benefício, seja este qual for. Mas, pode acontecer um erro de comunicação entre cliente e corretor, e este achar, erroneamente, que você estaria satisfeito com determinado imóvel que não lhe agrada. Assim, antes de assumir que o corretor está sendo desonesto, informe que aquilo não é o que você está procurando e deixe seu padrão de qualidade bem claro.

2 – O corretor vai vender minha casa pelo preço que eu quiser Se você é proprietário de um imóvel que deseja vender ou alugar, pode pensar que tem total controle sobre o valor de venda/aluguel do imóvel, pois o corretor está trabalhando para você. Só que não é assim que o mercado funciona. Existe o chamado de valor de mercado, e o seu corretor irá informá-lo sobre qual é o preço real de seu imóvel. Juntos, vocês irão definir o valor mínimo para fechamento de contrato, e ele fará o possível para vender pela melhor oferta que encontrar, principalmente se houver demanda. Mas, o valor de mercado é a base para isso e não pode ser ignorado.

3 – Contratar um corretor é perda de dinheiro Na maioria dos casos, não contratar um corretor é que significa perda de dinheiro e, com certeza, de tempo. Por desconhecer a burocracia e as peculiaridades do mercado imobiliário, seu prejuízo pode ser muito maior.

4 – Corretores escondem informações importantes para vender Corretores não vão esconder informações de você, pois é muito fácil ser desmascarado hoje em dia. E ninguém quer perder a credibilidade de uma vida por uma venda apenas. Mas, ele pode achar que você não está interessado em certos detalhes e acabar por não mencioná-los. Por isso, pergunte tudo aquilo que achar importante.

5 – Corretor mente sobre a demanda de mercado Dizer que tem muita gente na fila pelo mesmo imóvel para fazer com que você se apresse em fechar negócio é algo razoavelmente simples de desmentir. E, na maioria dos casos, é a pura verdade, pois o mercado nacional está sempre ávido por bons imóveis. Assim, se você gostou daquele empreendimento, é bem provável que alguém mais concorde com você.

6 – As fotos das imobiliárias são sempre falsas ou maquiadas As fotos que ilustram os sites das imobiliárias são feitas por profissionais que levam o trabalho deles a sério. Isso significa dizer que eles capricham na luz, escolhem o melhor ângulo e fazem retoques para garantir que você tenha a melhor visão do imóvel. Isso não significa que a imagem seja falsa ou maquiada, pois isto não é feito com a intenção de enganar, e sim de oferecer um recurso a mais em sua pesquisa.

7 – Não dá pra confiar em corretor, pois ele trabalha por comissão. Então também não dá pra confiar em nenhum vendedor, pois todos ganham comissão. E nem por isso os produtos que eles vendem são ruins, com avarias ou quebram após um mês de uso. Corretores de imóveis não são diferentes de nenhum outro profissional, por isso não generalize. Agora que você já tirou os pré-conceitos da cabeça, está livre para ver o corretor de imóvel como seu aliado. Mas, se se sentir lesado de alguma forma, acione os órgãos competentes. A classe dos corretores de imóveis irá agradecer a ajuda em tirar do mercado aqueles que desmerecem a profissão.

Fonte: Corretor Tech